Controle remoto: Não é novo, mas ligar a TV pelo celular é uma evolução!
O ChatGPT não é a maior invenção da humanidade (calma!), mas sim a brilhante ideia da casa inteligente e que tem inteligência artifical pelo meio, mas ela é só uma entre tantas outras coisas. Aliás, vale destacar que o meu apartamento está longe de ser o mais tecnológico de todos, o aparelho mais avançado é a nova máquina de lavar roupa, que lava e seca.

Neste post eu vou compartilhar como tem sido a minha experiência ao fazer uso do LG ThinQ, especificamente o controle virtual da TV. Sim, agora eu controlo a TV pelo celular. Achei que não fosse me pegar tanto, mas depois que fiz uso eu achei que renderia uma história para este blog!
A evolução do controle remoto
O controle remoto surgiu nos anos 50, quando a Zenith Electronics criou um dispositivo que era capaz de passar canais ou desativar o som da televisão, tudo para suprir o desejo do presidente e fundador da empresa, Eugene F. McDonald, que odiava assistir intervalos comerciais entre os seus programas.
O aparelho inventado pela Zenith foi lançado em 1955 e batizado de Flashmatic, mas antes dele já existiam controles que mudavam canais, ligavam e desligavam a televisão, mas eram com fio conectados à TV.

Apesar de tudo, como ainda era o começo de uma tecnologia que mudaria a experiência como assistimos TV, o controle tinha alguns problemas a serem resolvidos, como um ajuste no design, e como tudo que surge é bom, mas tem o seu preço, o valor de uma televisão com o controle remoto aumentou para cerca de US$ 100 na época.
Alguns outros dispositivos foram criados depois do Flashmatic, como o Space Command, inventado pelo engenheiro elétrico Robert Adler, que vinha com quatro botões e marcou um avanço no mercado, pois se tratava de um controle remoto ultrassônico.

Com o tempo, a tecnologia evoluiu, ao passo que foram adicionados mais botões e um teclado numérico nos mesmos. O controle como conhecemos hoje só veio a se tornar realidade por volta dos anos 80 e 90.
O controle dos anos 2000
Não é novidade para ninguém que o consumo de TV tem diminuído diante de outros aparelhos dos dias atuais.
Ainda sim, mesmo para quem ainda tem o hábito, o controle remoto é ainda menos usado que a TV em si, já que hoje tudo está na palma da mão, digo, no celular. Tudo começa com a onda da internet das coisas (IoT), inteligência artificial e as casas inteligentes, que possibilitaram a criação das smart TV, com acesso à internet e aplicativos de streaming.
LG ThinQ
A minha experiência com smart TV vem desde 2018, sendo que as smarts existem no Brasil desde 2011. Neste ano, com a aquisição de uma nova máquina de lavar roupas, da LG, o manual pedia para que fosse baixado o LG ThinQ, disponível para Android e iPhone (iOS), que permite controlar a máquina pelo celular. O engraçado é que até hoje eu não consegui conectar o app na máquina, mas consegui na TV.
O legal do ThinQ é esse, que você tem o controle não só da máquina de lavar, mas da casa toda! Se o meu ar-condicionado fosse da LG, talvez desse para eu controlar ele pelo smartphone, mas não é. No entanto, a minha TV é LG e nela sim deu para eu tirar proveito do aplicativo.

Beleza que não é algo totalmente novo, mas a sensação de ligar a TV pelo celular quando o controle não está por perto é incrível! É simples, rápido (só é chato porque eu tenho que ficar com o celular por perto e ele descarrega mais rápido). Mas a vida é outra. A única coisa que ainda me estressa é quando tenho que digitar algo na busca da TV, o teclado do app não conecta e tenho que clicar letra por letra.
Para encerrar o post, eu vou recomendar a série Modern Family, especialmente o episódio 13. Quinze por Cento, da primeira temporada, onde o controle remoto se torna o inimigo de Claire Dunphy (Julie Bowen). A personagem quebra o aparelho por não conseguir usá-lo na TV. O seriado está disponível no Star+.

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Com informações do G1 e Olhar Digitial
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